DESTINO

Contei os passos, os sonhos
Os fracassos, tudo.
Meu destino quer que eu chore.

Meu destino quer meu mundo
E o mundo, que eu me apavore.

Chorei. Lavei o raciocínio.
Mas que diabos é essa coisa
Que chamo de “meu destino”?

Na inocência de criança,
Vejo a volta da esperança
Alumbrando meu caminho.

Jéter Silveira

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