Minha internet…
Num momento raramente inspirado (rs), surge outro soneto! Esse vai dedicado a… pessoa “do outro lado da linha”. DTA!Arm!
Minha internet…
Tá mui difícil, olha que eu me empenho
Mas essa rede não me ajuda em nada.
Faz tanto tempo que eu tentando venho
Mas ela fica assim toda travada!
Ao acabar essa estrofe primeira
Te digo: foi na hora que voltou
Mas foi só eu pensar: “Ora, que bom!”
Que ela já empacou, a trambiqueira!
Essa internet é mesmo traiçoeira
Agora já voltou toda faceira
Parecendo saber que tu já foi…
Funciona, rede, quando eu te preciso
(Não hás de querer tu me dar juízo!)
Só quero que me deixes dizer: “Oi!”